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Encontro com ídolo

semana passada foi um dos melhores dias evers da minha vida, conheci a Banda Hewie, uns fofos, atenciosos, simpáticos e super músicos…

o encontro rolou dia 02/05/2015, e aconteceu no vão do Masp em São Paulo.

teve gritos, choro, e loucuras, coisas de fã…

quem não ama essas coisas?

Bem aqui vai o canal deles, bem sigam e vejam o quanto eles são bons…

https://www.youtube.com/user/BandaHewie

de um sorriso ou dois…. 

Hellena Soares

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Quem diria ????

O encontro (pode ser no parque, montanha, rua, noite, dia, shopping, festa, bar).

Ele olha pra ela… ela olha pra ele…

Ele fica na duvida, e ela tem uma quase certeza….

Ele só queria ser um cara de sucesso, e ela só queria acreditar…

Mas o fato é que eles terminam juntos..,.

Mesmo eles sendo um o oposto do outro, por que ele é do tipo do cara que vive pensando em Anime, Mangá e ser musico de sucesso, ela é do tipo que passou na faculdade que queria, pode ter o emprego que quiser e anida por cima é culta e ama livros… Ele odeia filosofia, e ela sonha em fazer faculdade sobre isso, ela não entende porque ele gosta tanto de desenho japonês mesmo não falando japonês e tendo que ver todos os animes legendados…

Mas um completa o outro, um não vive sem o outro e quem diria que no fim ela fosse aprender sobre essa cultura e ele o porque dela amar tanto filosofia… Mas a vida é assim, cheia de peças…

De um sorriso ou dois

Hellena Soares

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Um Breve amor Platônico…

am orrr

Eu já tive vários amores platônicos, sabe aqueles que você acha que a pessoa em um universo alternativo está te amando também, em outro mundo ele sabe da sua existência, ele sabe que você é o amor da vida dele…

O amor platônico, todo mundo já teve ou vai ter, pode ser pelo personagem do livro que você está lendo (isso vive acontecendo comigo), com o carinha do Twitter, que você segue, o colega de classe, a paixonite do ônibus (aquela que dura uns segundos, mas abala o coração). O carinha que sabe tocar violão e você se derrete por ele..

Cada uma é especial, e unica, você aprende com ela, tem umas que dura segundos, outras dura semanas, meses ou at´mesmo anos, e você tira uma lição de cada uma delas…

De um sorriso ou dois…

Hellena Soares 

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Se enlouquecer não se Apaixone

se enlo  O filme conta a historia   Craig vem pensando em suicídio com as várias pressões que só a vida adolescente pode lhe proporcionar. Visando uma melhora rápida para logo pode retornar ao “normal”, ele procura um hospital a fim de se internar. O médico reluta, mas acaba cedendo, transferindo o jovem para a ala psiquiátrica, onde ele conhece muita gente doida e estranha, com as quais ele vai ter que conviver por no mínimo 5 dias. O filme mostra a rotina dos pacientes nesse lugar, um pouco dos problemas individuais de cada um ao redor do protagonista e vários flashbacks dos momentos tensos, felizes ou marcantes do rapaz. A direção é bem original. Vários efeitos são adicionados à gravação – de filme antigo, de desenho -, a câmara para, como em pause, e a narração surge de fundo em certos momentos, e muitas vezes os acontecimentos são exibidos de um modo peculiar, como se fossem retirados mesmo da cabeça do personagem. Esses detalhes tornam a produção bem interessante, além de sua história que vai cativando o espectador pouco a pouco.

Sim, o filme é clichê em vários pontos e aborda alguns temas que eu previa desde a sinopse. Mas vale a pena e consegue ser original mesmo batendo numa tecla talvez já gasta. É divertido e com um nível de reflexão mínimo para você acabar com um sorriso bobo nos créditos – um sorriso não resultante das piadas.

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Se enlouquecer não se Apaixone

se enlo  O filme conta a historia   Craig  que vem pensando em suicídio com as várias pressões que só a vida adolescente pode lhe proporcionar. Visando uma melhora rápida para logo pode retornar ao “normal”, ele procura um hospital a fim de se internar. O médico reluta, mas acaba cedendo, transferindo o jovem para a ala psiquiátrica, onde ele conhece muita gente doida e estranha, com as quais ele vai ter que conviver por no mínimo 5 dias. O filme mostra a rotina dos pacientes nesse lugar, um pouco dos problemas individuais de cada um ao redor do protagonista e vários flashbacks dos momentos tensos, felizes ou marcantes do rapaz. A direção é bem original. Vários efeitos são adicionados à gravação – de filme antigo, de desenho -, a câmara para, como em pause, e a narração surge de fundo em certos momentos, e muitas vezes os acontecimentos são exibidos de um modo peculiar, como se fossem retirados mesmo da cabeça do personagem. Esses detalhes tornam a produção bem interessante, além de sua história que vai cativando o espectador pouco a pouco.

Sim, o filme é clichê em vários pontos e aborda alguns temas que eu previa desde a sinopse. Mas vale a pena e consegue ser original mesmo batendo numa tecla talvez já gasta. É divertido e com um nível de reflexão mínimo para você acabar com um sorriso bobo nos créditos – um sorriso não resultante das piadas.

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O grande e o pequeno.

Em todo caso de amor, há sempre um grande e um pequeno…

Alguém uma vez falou em francês que em todo caso de amor “il y a toujours celui qui aime et qui se laisse aimer”. É mais ou menos a mesma coisa. O Pequeno ama, e o Grande se deixa amar, o Grande fala, o Pequeno ouve, o Grande discorda, e o Pequeno concorda; o Pequeno teme o Grande ameaça; o Pequeno se antecipa e o Grande se atrasa. Às vezes o Grande pede, ou nem precisa pedir e o Pequeno já está fazendo…

Não é questão de gênero, á homens Grandes, e homens Pequenos; á mulheres Grandes, e mulheres Pequenas. O temperamento e as circunstancias influenciam, mas não determinam. O Grande pode ser o mais bem sucedido dos dois ou não. O Pequeno pode ser o mais sensível, mas não é uma regra geral; muitas vezes o Grande é esperto, mas existem Pequenos ,espertos  tudo depende do caso.

Como ainda não descobriu uma regra geral para determinar quem é o Grande, e quem é o Pequeno, só observando cada casal mais atentamente pra saber…

Mas tem algumas coisas que são em comum na maioria dos casos…

  • Na rua, o que anda distraído é o Grande.
  • Quase sempre, no cinema, o grande decide comprar pipoca depois de os dois estarem sentados e acomodados, nas poltronas. Então o Pequeno fica esperando, vigiando, tomando conta para o filme (ou os trailers) não começar antes do Grande voltar, o que por algum motivo (desconhecido) seria uma tragédia.
  • Numa festa, o Pequeno deve estar ansioso para que a noite seja maravilhosa, principalmente se foi ele que escolheu o programa. O Grande ficara indiferente até se embriagar, seja momentos em que a bebida ou o ambiente, o envolver, e nisso ficar muito mais empolgado que o Pequeno.
  • O Grande sempre vai dançar melhor que o Pequeno.
  • O Pequeno evita o silencio, porque acha que a culpa é dele, e por isso tem sempre arquivado na cabeça assuntos que possam ser úteis não importa a situação.
  • A calça nova sempre ficara melhor no Grande, assim como o novo corte de cabelo (ou com o novo penteado, cor…).
  • Geralmente o Pequeno se comove com a Lua em silencio, já o Grande aponta e fala, “Olha só a Lua”.
  • No final da festa, o Pequeno quer embora antes, reservando o melhor da noite, apenas para os dois. Enquanto o Grande se despede dos amigos com um leve mal humor do tipo “eu queria ficar mais”.
  • O Pequeno é macho, gueixa, desgraçado, exclusivo, e se por acaso o coração do Grande ouvir seus gritos, que sorte.
  • No dia seguinte o Pequeno estará preocupado, “será que fiz tudo certo?”, “acho que não deveria ter falado aquilo”, “por que sempre sou eu que beijo primeiro?”, e na duvida, vi correndo procurar o Grande, mesmo tendo prometido que não faria isso.

O grande e o Pequeno podem ser de qualquer espécie, exceto gato, porque eles são todos Grandes. Mas não só em casos de amor que existe essa relação de Grande e Pequeno, pode ser entre irmãos, amigos, inimigos, sempre vai ter um que é mais e outro que é menos, o generoso, e o pedinte, o fascinante e o fascinado.

Mas tudo pode acontecer, o Grande pode virar Pequeno, e é isso que tem graça, quando isso acontece, o que antes que é Pequeno se torna um Grande maior ainda, e coitado do novo Pequeno, vai se arrepender de cada não beijo, de cada não abraço, de cada não telefonema, de cada não noite de insônia, cada não palavra de amor em todas as línguas do mundo que existe e inventadas. Mas então o novo Pequeno, vai aprendendo, cuidadoso e desastrado, tentando urgentemente conquistar o novo Grande.

De um sorriso ou dois…

Hellena Soares.